sexta-feira, 29 de janeiro de 2016



Antes de começar, vou só fazer uma pequena explicação para quem, porventura, tenha vindo ao blog à procura de outros textos e se depare com esse: o texto vai ser leve e impessoal. É mais em tom de desabafo e registro das coisas boas que vem enchendo meu coração e que eu precisava escrever como forma de registro. Não é um texto crítico e nem jurídico.


Tá acabando o meu mês preferido do ano.
Janeiro para mim é sinônimo de renovação, de novos planos, de novos ares, de recomeço... e de promessas, que ainda que não sejam cumpridas, vão embalar os sonhos e motivar a caminhada no resto do ano.
Mês de celebração da vida de tanta gente querida... e da minha :)

E esse janeiro decidi que seria pura celebração para mim e foi.
Talvez minha decisão pessoal de celebrar tenha me feito ver tudo com outros olhos.
Talvez.
Mas é verdade é que não foi um ano de festa com convidados e bebidas e nem de encontro marcado em algum restaurante.
Foi o ano do “deixa rolar”. Dia 13, foi o dia de acordar na hora que deu vontade, vestir o biquíni mais confortável e ir pra praia despretensiosamente. E lá encontrar, sem aviso, os amigos mais queridos para os melhores abraços. Foi o dia do banho de mar renovador e da meditação necessária.
De receber os telefonemas mais inesperados e mais cheios de carinho e das mensagens que encheram o coração.
Senti amor.
Foi o dia de chegar da praia e ver a casa cheia daqueles que sempre estão comigo apesar de tudo e apesar de nada, aqueles que me amam independente de qualquer coisa. E depois sair para abraçar mais amigos.
Eita dia lindo!

E cada dia desse janeiro foi celebrado.

Nem sei se essa é uma conclusão certa, mas eu conclui que tudo vai mudando por fora quando a gente muda por dentro.

Eu podia ter lamentado tudo que não teve nesse dia e nesse mês. As ligações esperadas que não se concretizaram no dia 13 e tantas outras coisas.

Mas, ao invés de dar atenção ao que faltou, resolvi celebrar o que abundou.

E mudar o foco, mudou minha maneira de receber.

E eu recebi cada abraço como uma forma de me dizer que é só isso mesmo que vale a pena nessa vida: o amor que sentimos.

Vou continuar celebrando. Acho que é pra isso que tô aqui :)

Sou grata.