As postagens anteriores foram artigos jurídicos.
Mas hoje não vou falar sobre Direito.
Fazia tempo que eu não parava para escrever sobre meus pensamentos aleatórios sobre a vida, coisas do cotidiano, sentimentos, situações vivenciadas.
Os últimos acontecimentos da minha vida mereciam registro, mas confesso que ainda não parei para analisá-los e transformá-los em palavras escritas e tenho que fazer isso antes do fim do ano.
Mas também não farei isso hoje.
Hoje eu vou escrever sobre um filme que me fez companhia em uma recente madrugada insone, cuja estória me levou a reflexões que me acompanham desde então.
(500) Days of Summer ou (500) Dias com Ela não é nenhuma superprodução holywoodiana e certamente não foi nenhum sucesso de bilheteria.
Eu já o havia assistido em outra ocasião, e, como a maioria das pessoas que o assistem, não havia parado pra refletir e apreciar as lições presentes nele.
Como diz a frase que dá início ao filme: “Esta não é uma história de amor. Esta é uma história sobre o amor”.
(500) Dias com Ela fala das diferentes formas de vivenciar um sentimento dentro de uma mesma relação.
Pessoas com histórias de vida diferentes, formações diferentes, gostos e interesses diferentes, com um sentimento em comum, mas com uma diferente forma de vivenciá-lo. Com diferentes expectativas e diferentes visões sobre ele.
É inevitável nos colocarmos nas situações vivenciadas pelos personagens e nos visualizarmos nas atitudes de algum deles, seja Tom ou Summer.
500 dias com Ela tem um toque de drama e humor, na medida certa, nos remetendo a todas as nuances que uma relação amorosa podem desencadear.
O filme nos revela esse lado obscuro do amor, que pode desfazer ilusões e ideais construídos durante toda uma vida, em decorrência de um relacionamento mal sucedido. Mas mostra também que sempre há a possibilidade de, na esquina seguinte, tudo voltar a ter sentido.
Definitivamente é a melhor conclusão que se poderia chegar sobre o amor.
Alguns têm a sorte de um amor para vida toda. Aquelas estórias de conto de fadas realmente existem para algumas pessoas. Alguns têm a sorte de encontrar alguém aos 14 anos e abrir um parêntese para nunca mais fechar, numa história linda e romântica com um “the end” super feliz.
Mas a maioria é como Tom e aprende que não se pode atribuir um significado cósmico a todos os simples eventos terrestres.
Aprende que a vida é assim. Que irão passar pessoas por nossas vidas sintonizadas em estações diferentes das nossas e que, por maior que seja o amor, e por mais devastador que seja o fim, vão passar. E que o amor não vai deixar de existir por isso.
E aprende que algumas coisas são meras coincidências mesmo e que não existe destino. Nada está destinado a ser perpetuamente.
Não é preciso deixar de acreditar no amor em razão de uma desilusão amorosa.
O amor não precisa ser para a vida toda. Pode se manifestar e existir de diversas formas durante a vida de alguém. E continuará sendo o amor e continuará sendo lindo.
Mas hoje não vou falar sobre Direito.
Fazia tempo que eu não parava para escrever sobre meus pensamentos aleatórios sobre a vida, coisas do cotidiano, sentimentos, situações vivenciadas.
Os últimos acontecimentos da minha vida mereciam registro, mas confesso que ainda não parei para analisá-los e transformá-los em palavras escritas e tenho que fazer isso antes do fim do ano.
Mas também não farei isso hoje.
Hoje eu vou escrever sobre um filme que me fez companhia em uma recente madrugada insone, cuja estória me levou a reflexões que me acompanham desde então.
(500) Days of Summer ou (500) Dias com Ela não é nenhuma superprodução holywoodiana e certamente não foi nenhum sucesso de bilheteria.
Eu já o havia assistido em outra ocasião, e, como a maioria das pessoas que o assistem, não havia parado pra refletir e apreciar as lições presentes nele.
Como diz a frase que dá início ao filme: “Esta não é uma história de amor. Esta é uma história sobre o amor”.
(500) Dias com Ela fala das diferentes formas de vivenciar um sentimento dentro de uma mesma relação.
Pessoas com histórias de vida diferentes, formações diferentes, gostos e interesses diferentes, com um sentimento em comum, mas com uma diferente forma de vivenciá-lo. Com diferentes expectativas e diferentes visões sobre ele.
É inevitável nos colocarmos nas situações vivenciadas pelos personagens e nos visualizarmos nas atitudes de algum deles, seja Tom ou Summer.
500 dias com Ela tem um toque de drama e humor, na medida certa, nos remetendo a todas as nuances que uma relação amorosa podem desencadear.
O filme nos revela esse lado obscuro do amor, que pode desfazer ilusões e ideais construídos durante toda uma vida, em decorrência de um relacionamento mal sucedido. Mas mostra também que sempre há a possibilidade de, na esquina seguinte, tudo voltar a ter sentido.
Definitivamente é a melhor conclusão que se poderia chegar sobre o amor.
Alguns têm a sorte de um amor para vida toda. Aquelas estórias de conto de fadas realmente existem para algumas pessoas. Alguns têm a sorte de encontrar alguém aos 14 anos e abrir um parêntese para nunca mais fechar, numa história linda e romântica com um “the end” super feliz.
Mas a maioria é como Tom e aprende que não se pode atribuir um significado cósmico a todos os simples eventos terrestres.
Aprende que a vida é assim. Que irão passar pessoas por nossas vidas sintonizadas em estações diferentes das nossas e que, por maior que seja o amor, e por mais devastador que seja o fim, vão passar. E que o amor não vai deixar de existir por isso.
E aprende que algumas coisas são meras coincidências mesmo e que não existe destino. Nada está destinado a ser perpetuamente.
Não é preciso deixar de acreditar no amor em razão de uma desilusão amorosa.
O amor não precisa ser para a vida toda. Pode se manifestar e existir de diversas formas durante a vida de alguém. E continuará sendo o amor e continuará sendo lindo.
"... Não é preciso deixar de acreditar no amor em razão de uma desilusão amorosa."
ResponderExcluirEssa acima é uma ótima conclusão incentivadora!
Boa noite e beijos meus, minha cara mestranda constitucionalista!!
www.vidaeamores.zip.net
fazia tempo que eu não acessava e nem atualizava o blog.
ResponderExcluirvoltarei a escrever com mais frequencia.
só agora vi seu comentário.
boa noite!
uma abração!